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Entre a água e a terra |
Por: Marcel Steiner
Vencedor do prêmio Mies van der Rohe de 2009, o projeto da nova ópera de Oslo, foi assinado pelo escritório norueguês Snohetta. O edificio é resultado de um concurso aberto em 2000, com 240 participantes, o maior realizado na Noruega até então. Trata-se de um grande monumento, com mais de 38 mil metros quadrados, que custou US$ 750.000.000, ou aproximadamente US$ 20.000 por metro quadrado.
Suas formas externas instigantes e o uso correto de materiais, que marcam a transição entre água e terra, transformaram o entorno numa grande experiência urbana. "Adoro a volumetria deste edifício", explica a estudante de arquitetura Wanessa Simoe. "Ele está inserido no espaço de modo peculiar, mas sem agredir a paisagem".
Além de salas de espetáculo, a ópera de Oslo conta com área técnica para 600 funcionários, oficinas, salas para ensaio e escritórios administrativos. A organização dos espaços é extremamente racional, inspirada na linha de produção de uma fábrica. Alem disso, os arquitetos criaram um edifício em que o público pudesse se apropriar da melhor maneira possível dos espaços, interna e externamente.
Wanessa Simoe é estudante de arquitetura.
www.snoarc.no
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maio/2010 |
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Entre a água e a terra Conheça o novo edifício da ópera de Oslo, com volumetria instigante e uso correto de materiais.
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